Num ensaio publicado no seu blogue Gates Notes, Gates sustentou que a discussão sobre o futuro do trabalho não deve limitar-se às funções que as máquinas conseguem executar, mas também determinar quais devem continuar a ser desempenhadas por pessoas.
O empresário estima que até 40% dos empregos possam integrar algum tipo de categoria “reservada aos humanos”, embora reconheça as dificuldades de definir quais profissões devem ser protegidas e por quanto tempo, e defende ainda a tributação da automatização, incluindo robôs e recursos utilizados por sistemas de IA, para compensar perdas de receitas fiscais e financiar formação e protecção social, além de quadros nacionais e internacionais para regular a tecnologia e reduzir riscos, como ataques cibernéticos e biológicos facilitados pela IA.


A carregar a conversa…